sexta-feira, 19 de abril de 2013

Oportunidade única!

O grupo Central da Fisioterapia Domiciliar é composto por profissionais cuidadosamente especializados em cuidar de você! É apenas através das mãos desses profissionais que o atendimento no conforto do seu lar pode ser realizado.

Propício para quem tem pouco tempo disponível, para quem não quer esperar sua vez na clínica e principalmente pra quem tem dificuldade de locomoção. A mobilidade e qualidade do serviço fisioterapêutico oferecido por essa super equipe vai resolver seu problema de saude, tempo e locomoção. Um serviço completo como esse não pode ser deixado de lado por você!Não perca tempo, procure-os através dos telefones disponibilizados e comece o seu tratamento já!Vale ressaltar que a Central da Fisioterapia dispõe das mais variadas técnicas, desde a fisioterapia convencional, termoterapia, eletroterapia e RPG à mais sofisticada técnica em acupuntura, terapia manual e pilates!Aproveite!

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Recomendação importante






Central da Fisioterapia Domicilar! Para quem quer atendimento de qualidade na comodidade de sua residência! Posto e recomendo!

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

O ser humano é detentor das mais diversas necessidades. Algumas fisiológicas, de caráter orgânico, sentimental, espiritual e sexual, porém algumas necessidades desse ser são pouco observadas ou, caso contrário, pouco satisfeitas pelos demais.
Comer, descansar, sorrir, ter um amor, ter amigos, ler livros e viajar podem parecer ações essenciais à cada um de nós, mas a carência de reconhecimento, admiração e valorização as vezes é deixada de lado e considerada como uma das últimas coisas que se pode precisar.
Ser bem acolhido, estar num lugar onde as pessoas externam amor e gratidão, ouvir elogios e palavras macias sobre si mesmo são remédios milagrosamente eficazes para o ego e para curar qualquer espécie de dor e desconforto.
Inclusive as complicações e anormalidades físicas podem ser cessadas ou pelo menos, "amenizadas" por boas palavras e atitudes de amor, gratidão, admiração e reconhecimento.
O ser humano necessita ser reconhecido pelo que de bom possui ou faz para que se sinta estimulado a continuar fazendo ou sendo de determinada forma. As coisas boas são ainda mais carentes de comentários e atenção do que, propriamente as ruins.As críticas e opiniões divergentes são armas muito importantes na construção de um fazer bem ou de um ser bem.Mas, o reconhecer e admirar são ainda mais indispensáveis para a continuação dos bens fazer e ser.
Essa história de que é bom arrumar-se pra si mesmo..ser inteligente pra si mesmo...e ter dons e faculdades único e exclusivamente pra si é conversa pra boi dormir. É bom edificar as qualidades pensando em si mesmo, mas é melhor ainda ver essas virtudes reconhecidas e admiradas por mais criaturas e grupos.
Reconhecimento não é questão de vaidade, é elemento de caráter imprescindível na criação de um ser humano seguro, feliz e estimulado ao fazer e continuar fazendo o bem.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

A arte de complicar a simplicidade

    Para muitos, o amor deve ser uma espécie de bem-querer infinito, de complacência eterna, de aceitações, de submissão e estado morno permanente. Aquele tipo de relação que sempre é estável, bem feliz, em que todas as peças parecem se encaixar perfeitamente e nada e nem até mesmo um defeito intolerável do parceiro parece sobrar no vínculo amoroso.
    Bem, as vezes penso se sou normal e/ou se pertenço mesmo a esse universo e ainda se compartilho dos mesmos pensamentos e sensações dos demais humanos. Talvez por razão do meu signo-para quem acredita neles- ou mesmo por ocasião do meu temperamento inquieto e carente de renovação, sinto incontrolável necessidade de agitações, discussões, reconciliações e reafirmações de um bom sentimento que une as pessoas.
 Certamente aqueles relacionamentos onde tudo é permitido e certas atitudes indignas são completamente aceitáveis a primeira dedução é que os indivíduos que "compartilham" dessa relação ou querem apenas dela usufruir tempo e diversão ou até nem sentem efetivamente o que dizem aos companheiros de batalha amorosa.
Algumas pessoas partilham não entender meu jeito intolerante e exigente no âmbito pessoal e não necessariamente amoroso, claro. Evito responder a esse não-entendimento precoce com um instrumento diferente deste que por agora vos falo: a palavra. Prefiro usá-la para os fins que mais me interessam e satisfazem.
    Confesso não me sentir a melhor das amantes, uma especialista no assunto, mas sinto que do pouco que já entendi e me conheci, não consigo fingir alegria quando não a verdadeiramente tenho, disfarçar um desgosto com uma make num sábado à noite, nem proferir "eu te amo's" para contornar situações das quais não fui propulsora de real desconforto.
    Por vezes, me pego vazia por dentro, apenas detendo um sentimento oceânico compreensível e o mesmo incompreensivelmente conciliado à uma destruidora sensação de particularidade exclusivamente pejorativa.
Ser feliz com alguém implica em reajustes moderados e dotados de sensatez, assim como dosada quantidade de renúncias e abdicações. Ser feliz conjuntamente não significa anular-se a si mesmo e construir uma interação simplória de crenças, hábitos, feitios e preferências naturalmente diferentes. Quem simplifica em demasia o que é de natureza complexa, acaba complicando o que deveria ser simples demais.

quinta-feira, 7 de junho de 2012

As pessoas deveriam mesmo,mais ouvir,cada vez melhor e com mais sede, as boas canções.Estou a ouvir uma só,com repetidas voltas e retornos,há dias.Chama-se "por que você não vem morar comigo?" e é de autoria do "grande" Chico César.
Hoje não venho aqui lhes escrever com o intuito de fazer uma daquelas minhas análises sobre a letra e melodia de determinada canção.Apenas venho lhes recomendar a música e dizer que é uma pena,realmente uma pena, perceber que os jovens do nosso país/região ainda conhecem muito pouco de compositores como o referido e se quer demonstram interesse em conhecê-los.
Deixo aqui,pra e com vocês, o que diz a música que me encantou de tal forma que não larga mais da minha mente e coração.


Por que você não vem morar comigo?-Chico César

Por que você não vem morar comigo
Alimentar meu cão, meu ego
Cansei de ser assim, colega
Não sei mais ser só seu amigo
Eu quero agora ser o seu amado
Você me deixa a perigo
O amor me corta feito adaga
Mas vem você e afaga
Com afeto tão antigo

Você não leva a sério o que eu digo
E enche a taça que me embriaga
Me prega em cruz feito jesus de praga
Mas sempre me defende e compra minhas brigas
Não ligo
Se é amor ou amizade vaga
Dizem que o amor a amizade estraga
E esta a este tira-lhe o vigor

Não ligo
Se é caretice ou romantismo brega
Um dia em mim essa aflição sossega
More comigo e traga o seu amor

Adoro o jeito que você me pega
Me chama de meu nego, minha nega
E quando me abraça e eu me entrego
Vem você e diz cuidado com esse apego
Amigos falam que esse mico eu pago
Pois mudo logo quando você chega
E acende a luz, mas essa luz me cega
E abre em rosa a pedra que no peito eu trago

terça-feira, 29 de maio de 2012

Hoje, quero falar sobre um assunto um tanto quando "polêmico", apesar de não gostar muito dessa denominação para temas que mexem com as pessoas.
A bola da vez é alienção religiosa e o quanto tudo e tantas pessoas podem mudar e mudam pelo advento do que chamamos de "lavagem cerebral", dessa vez empreendida pelas instituições religiosas e quem as lidera.
Num dado momento do dia de hoje, num diálogo amistoso e cotidiano sobre música e seus mais diversos tipos e estilos, ouví alguém dizer a seguinte frase: "não gosto dessas músicas do mundo, de nenhuma delas. A única música que me agrada aos ouvidos é a de gênero gospel e mais, apenas aquela referente e pertencente à minha igreja.". Ouvi a anterior afirmação e calada permaneci, acredito ter passado da "fase" em que adorava discutir temas desse calibre e desafiar as pessoas a argumentarem mais e mais, e eu ali, exercitando meus dotes argumentativos com avidez e máximo entusiasmo, sentia imensurável satisfação ao presenciar a desistência do oposto depoente. Atualmente, essa realidade mudou; ressalto que a mudança foi apenas no âmbito real e, portanto, externo; dentro de mim a compulsão pela arte argumentativa só cresce e fica pulsando para desabrochar cada vez mais, mas decidi usar meu sempre presente gosto pela oratória apenas onde vejo que ele se encaixar sem maiores rebuliços.
O objetivo desse meu post de agora não é falar da minha propensão à oralidade, da vontade de argumentação que, por vezes e em determinadas ocasiões preciso conter dentro do meu ser...não!
Preciso que atentem para a seguinte problemática: a religião deve ser caminho, atalho ao Criador; nunca,jamais forma de alienação, instrumento capaz de fechar mentes e em alguns casos,até corações no que se refere ao preconceito religioso.Ter religião e seguir fielmente esta mesma deve nos fazer crescer espiritual, sentimental e porque não intelectualmente?
Quando crença religiosa resulta em diminuição do senso de conveniênciaa e até o senso dos próprias preferências, sejam essas quanto à música, moda e ciências, é a hora de parar e repensar. Se a religião não for colocada em reflexão, que a posição do indivíduo quanto à ela, em algum momento, possa vir a ser.
Não sei se minha opinião quanto ao assunto concorda com muitas outras , mas entendo religião como caminho saudável, como coisa boa, produtiva, somatória e não algo que diminua alguém ou modifique a personalidade desse mesmo alguém. Uma determinada vez disse a uma pessoa  a frase seguinte meio que de forma intuitiva, sem muito pensar: "Você é aquilo que adota como  preferência." Pensando bem vejo que acabei por dizer uma verdade daquelas que chamamos de absoluta; nossas preferências e gostos fazem o ser que somos e constroem nossa personalidade de maneira definitiva.
Deus é mais importante do que tudo, essa é mais uma verdade absoluta que aqui venho colocar, mas pra terminar, os deixo mais uma outra : Nada pode nos fazer desistir dos nossos gostos e preferências porque eles fazem quem somos e são o reflexo das nossas mais profundas decisões.

terça-feira, 22 de maio de 2012

"Eu me vi tão só..."

    Hoje, quero falar sobre uma música que andei ouvindo por diversas vezes e que a letra e melodia pareceram se encaixar perfeitamente. Não é pra menos, a música tem o nome de "Eu me vi tão só" e pertence a  ninguém mais, ninguém menos do que a nosso rei Roberto Carlos.
    A solidão é realmente um dos maiores males que podem ser enfrentados por nós,humanos. Primeiro porque novas doenças, correria e stress são problemas cotidianos e "da moda", como diria um grande professor meu.A solidão não, essa é um mal pertinente à todos e que existe desde que o mundo é mundo e desde que o homem assim o é.
    Engraçado que a solidão, como problema arrebatador não tem uma resolução de fácil controle e acesso.Estar só é realmente um mal- estar difícil de ser resolvido; por vezes pode-se estar rodeado de pessoas de conversa animada e alegria farta, e o sentimento de vazio permanece ali, resistente. Entendo esse paradoxo como o princípio ativo da solidão, o qual só é capaz de resolver a sensação de estar só tendo ao lado a pessoa a que se quer compartilhar a vida. É uma espécie de existência paralela da solidão, como se a mesma tivesse vontade e fizesse exigências próprias, sem consentimento de quem a abriga dentro de si.
    Assim como sentir dor, sentir-se só não é nada agradável e em represália, pode-se querer parecer bem aos olhos do mundo, mesmo sentindo um oco desesperador arrebatar nossas vidas. A persistência em viver do passado e das lembranças dessa época também é característica pertinente à quem se diz "solitário", com a ressalva de que cada um de nós já se sentiu só por algum tempo e se ainda não o fez, a solidão há de chegar algum dia.
    Interessante é que a solidão se confirma à todo momento, sendo ela também auxiliadora primeira no papel de suportar o próprio sentimento de estar só, num trecho da música do Mestre, confirmamos essa afirmação :"eu me vi tão só, enfrentando momentos difíceis de solidão." Nesse caso e em diversos outros do âmbito real da vida e não mais no meramente poético, até para enfrentar a temível solidão, inúmeras pessoas encontram-se sós e a sós com ela.
    Ficar sozinhos ( interiormente) também pode nos fazer bem em dadas situações,mas quando o tempo de isolamente interno ultrapassa os limites do nosso bem- estar o desespero parece bater-nos à porta e derramar lágrimas é ato invevitável.
    O aspecto temporal da solidão também chama a atenção. Quando se estar acompanhado e essa companhia consegue nos adentrar e penetrar verdadeiramente no nosso ser, nos deixando completos e repletos de satisfação, o tempo passa muito rapidamente. Dividir momentos de solidão consigo mesmo é algo tão particular e não condizente com nossa condição humana que, ficar só por horas parece mesmo "viver só", como diz a canção : "...e vivi tão só, procurando no tempo uma solução."
    Para encerrar, chega a doer quando o rei canta.."para esquecer de você, vou tentar outra vez a paz de um novo amor que eu preciso ter,continuo só,mesmo sem querer."


Roberto Carlos-Eu me vi tão só

Eu me vi tão só
Enfrentando momentos difíceis de solidão
Sem ninguém pra me ouvir, e vivi tão só
Das lembranças contidas no meu coração
Sem saber pra onde ir e assim eu chorei
Pois tudo que eu te dei você não entendeu
Continuo só mesmo sem querer
Continuo só tentando te esquecer, te esquecer

Eu me vi tão só
E tentei esconder minha solidão
Mas eu não consegui e vivi tão só
Procurando no tempo uma solução

Pra esquecer de você vou tentar outra vez
A paz de um novo amor que eu preciso ter
Continuo só mesmo sem querer
Continuo só tentando te esquecer, te esquecer

Continuo só mesmo sem querer
Continuo só tentando te esquecer, te esquecer
Continuo só mesmo sem querer
Continuo só tentando te esquecer, te esquecer